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Para download, modelo de artigo que adotamos, elaborado conforme as normas da ABNT (NBR 6022, 2003).
Por se tratar de trabalho acadêmico de conclusão de curso (TCC), foram inseridos itens – capa, folha de rosto e folha de aprovação – que não constam na NBR 6022/2003, entretanto, são necessários para a organização e o controle da Coordenação de Pós-Graduação.
Vocês podem consultar virtualmente o acervo das bibliotecas da UFS e da UNIT acessando os links abaixo.
A grande vantagem de utilizar esse sistema é porque, quando forem à(s) biblioteca(s), já saberão se tem determinado livro que desejam consultar. Além disso, com o número de chamada gerado na consulta, a procura nas estantes fica muito mais prática.
As Normas Brasileiras de Redação (NBRs) são elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e abordam aspectos relativos à redação técnico-científica. Abaixo, links para acessar quatro NBRs imprescindíveis na construção e apresentação, em nosso caso, do pré-projeto de pesquisa e do trabalho de conclusão de curso.
NBR 6022/2003: artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação
NBR 6028/2002: resumo - apresentação
Na Revista Eletrônica de Administração tem um didático e resumido modelo de artigo de periódico baseado na NBR 6022/2003. Trabalho de duas bibliotecárias da UFSC, ensina como elaborar um artigo científico. Clique aqui para acessar.
O trabalho de conclusão de curso, mais conhecido como TCC, é uma das exigências do Ministério da Educação e Cultura para os cursos de pós-graduação Lato sensu, sendo pré-requisito parcial para a titulação, podendo ser apresentado de várias formas, de acordo com o tipo de curso ou com as normas da instituição de ensino superior.
A Resolução 01/2007 CES/CNE/MEC estabelece no artigo 5° que os cursos de pós-graduação Lato Sensu, em nível de especialização, devem ter duração mínima de 360 horas, nestas não computado o tempo de estudo individual ou em grupo, sem assistência docente, e o reservado, obrigatoriamente, para elaboração individual de monografia ou trabalho de conclusão de curso (TCC).
Ou seja, a resolução diferencia TCC de monografia, a forma mais usual de apresentação. Porém, artigos, apresentação de seminários, estudos de caso, projetos e documentários, dentre outros, são aceitos como trabalho de conclusão de curso. Mas a escolha da forma de apresentação não fica a critério do aluno: deve ser previamente estabelecida pela instituição de ensino superior no projeto pedagógico do curso.
Independente da forma de apresentação, fundamental é que o trabalho observe as Normas Brasileiras de Redação (NBRs) elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e apresente itens essenciais em um trabalho científico.
É indispensável, em um curso de pós-graduação, que se desenvolva e se apresente trabalho de conclusão de curso ou monografia, pois o conhecimento não deve ser apenas absorvido e acumulado, mas reconstruído e reelaborado através de um processo de reflexão e, em decorrência, compartilhado.
Assim, para o tema, deve-se escolher, preferencialmente, assunto abordado no curso, pois isso só reforçará o que foi aprendido. Além disso, o artigo 7°, § 1°, inciso III da Resolução 1/2007 CES/CNE/MEC diz que os certificados de conclusão de cursos de pós-graduação Lato Sensu devem ser acompanhados do respectivo histórico escolar, do qual devem constar, obrigatoriamente, título da monografia ou do trabalho de conclusão do curso e nota ou conceito obtido.
Portanto, um TCC relacionado à pós-graduação pode vir a ser mais conveniente para o currículo do aluno, pois conta como produção científica e, a depender de sua qualidade e inovação, pode vir a ser publicado e apresentado em congressos e seminários.
Humildade intelectual, vontade e disposição para aprender: esta deve ser a principal característica do professor. Entretanto, o conhecimento acumulado não deve ficar guardado, mas deve ser utilizado e compartilhado através de um sistema de ensino-aprendizagem que deve ter entradas, processamento reflexivo e saídas.

O processo reflexivo é de suma importância pois, para que haja saída ou transmissão de conhecimento, é preciso que este seja compreendido e reorganizado. Por isso, esse sistema também é conhecido como paradigma do professor reflexivo, do professor que pensa sobre sua prática para (re)elaborá-la.
Quanto à experiência, considero-a importante, entretanto, não é ela que é formadora, pois pode ser uma simples rotina. O pedagogo e filósofo americano John Dewey já houvera dito que se um professor tem dez anos de experiência, pode-se dizer que ele tem dez anos de experiência ou que ele tem um ano de experiência repetido uma dezena de vezes. A reflexão sobre a experiência é que é formadora, ou seja, experiência só se transforma em conhecimento pela reflexão.



